O que é Osteoporose?
A Osteoporose é uma doença crônica, que se caracteriza pela redução da massa óssea, que faz com que os ossos fiquem porosos e percam a resistência. Causas da Osteoporose Infelizmente, a Osteoporose tem nos mostrado, a cada dia, que veio para ficar. O aumento da expectativa de vida, principalmente nas mulheres, a obesidade, a falta de reposição de cálcio e a menopausa precoce são as principais causas da osteoporose na coluna vertebral. Os locais com maior propensão a fraturas osteoporóticas são a coluna torácica e a coluna lombar. O grande problema é que atinge mulheres na terceira idade, que quase sempre apresentam alguma comorbidade clínica associada (infarto, hipertensão, diabetes, AVC, etc), o que dificulta e agrava ainda mais o quadro. Sintomas da Osteoporose Basicamente, os sintomas da Osteoporose são dor no local da fratura ou dor irradiada, quando atinge o canal medular e comprime os nervos dentro da coluna. Tratamento da Osteoporose O tratamento da Osteoporose de início é sintomático, com repouso, coletes e analgésicos. Quando a dor é suportável e o paciente consegue se locomover em um período variável de tempo (4 – 6 meses), a dor tende a desaparecer e a fratura se consolida naturalmente não sendo necessário realizar nenhuma intervenção. O problema acontece quando a dor torna-se insuportável, e não cessa neste período. Nestes casos, precisamos agir. O tratamento mais simples e seguro, quando não existe compressão dos nervos, é a injeção de cimento ósseo intravertebral por agulha. Este procedimento é simples, rápido, seguro, e promove o alívio imediato da dor. Para saber mais sobre esse procedimento, acesse o link Cifoplastia e Vertebroplastia . Como prevenir a Osteoporose Considerando os pontos acima citados, é possível perceber o quão importante é adotar medidas para a prevenção da Osteoporose. Mulheres após a menopausa precisam fazer reposição hormonal, praticar atividade física regular e fazer suplementação de cálcio na dieta, a fim de não apresentar perda de massa óssea no futuro. Isso é conseguido com seguimento médico de rotina, em conjunto com ginecologista e reumatologista. Para obter informações sobre as doenças da coluna, clique no link.
Cirurgia convencional e minimamente invasiva da coluna
Cirurgias de coluna Cirurgia é um dos assuntos que mais suscitam dúvidas nos pacientes. Se eu fosse dar um exemplo de pergunta recorrente sobre este assunto, ela seria a seguinte: “Apesar de serem a solução para problemas que causam dor, as cirurgias de coluna ainda são vistas com apreensão por muitas pessoas. Em que casos ainda se usa a cirurgia convencional e para quais deles há a opção minimamente invasiva? Em quanto tempo, nas duas modalidades, o paciente pode voltar a exercer suas atividades normais? Há alguma atividade que o paciente fica impossibilitado de praticar depois da cirurgia?” Respondo aos meus pacientes que a cirurgia minimamente invasiva ganha força atualmente. Dentre elas, existem a Radiofrequência, o IDET, a Discectomia percutânea, os bloqueios e o MIS TLIF. Menos invasiva para mim significa menos lesão aos tecidos adjacentes, pois toda cirurgia, antes do resultado esperado, causa uma lesão ao organismo e aos tecidos que estão ao redor do “órgão-alvo”, que é o objeto de tratamento, e esta lesão dos tecidos adjacentes que determina o tempo de recuperação. A cirurgia convencional aberta está caindo em desuso, principalmente pelos cirurgiões jovens, que se atualizam e buscam aprimoramento no exterior, como Estados Unidos e Europa, uma vez que causa uma enorme lesão aos tecidos adjacentes, em nosso caso, na musculatura paravertebral que se insere na coluna lombar. Ainda existe resistência por parte dos cirurgiões mais velhos e pelos planos de saúde. Estes são resistentes em função do alto custo das cirurgias menos invasivas. Em relação àqueles, a resistência se deve à dificuldade técnica e à necessidade de uma nova curva de aprendizado e resistência em crer em coisas novas. Cirurgias minimamente invasivas da coluna O carro chefe atualmente, ou o “state of the art” nas cirurgias minimamente invasivas é o MIS TLIF. Resumo esta cirurgia na “artrodese dos furinhos”, que trata as hérnias discais, artroses avançadas do disco (as discopatias) e a espondilolistese de forma definitiva e não paliativa como as formas de infiltrações tanto químicas quanto por radiofrequência. Através de uma abertura pequena (por volta de 2 cm para um nível e 4 cm para dois níveis) sem destruição muscular, apenas por afastamento das fibras por um tubo, permitindo ao cirurgião a retirada do disco, enxertia óssea e instrumentação pelo mesmo portal de acesso, resultando em pouca dor pós-operatória e retorno às atividades em impressionantes 15 a 20 dias na grande maioria dos pacientes. Para obter informações sobre as doenças da coluna, clique no link.